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ABTP e representantes do CAP de Santos se reúnem na DHN para debater sobre a homologação de batimetrias e calado do canal do porto de Santos

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A Associação Brasileira dos Terminais Portuárias (ABTP) e a Delegacia Regional da ABTP e do CAP de Santos participaram, nesta quinta-feira (18), de reunião realizada na Diretoria de Hidrografia e Navegação da Marinha do Brasil (DHN) para tratar de questões referentes à homologação de batimetrias e calado do canal do porto de Santos.

A reunião, agendada pela ABTP, contou com a participação do presidente Nacional da ABTP, Jesualdo Silva; do delegado regional da ABTP no Porto de Santos e coordenador da Comissão para Acompanhamento da Agenda Temática (CAT) do Conselho de Autoridade Portuária (CAP), Eliézer Giroux; e da associada DPW, Wilson Lozano. Também participaram representantes da Companhia Docas de São Paulo (Codesp), do Sindicato dos Operadores Portuários do Estado de São Paulo (Sopesp) e de empresas com terminais portuários em Santos.

O grupo foi recebido na sede da DHN, em Niterói, no Rio de Janeiro, pelo Vice-Almirante, Antonio Fernando Garcez Faria. O objetivo da comitiva foi de pedir maior agilidade na homologação do calado do canal de navegação do porto de Santos.

Atualmente, o tempo médio para a homologação é de 45 dias. Os trâmites começam com a verificação da profundidade (batimetria) pela autoridade portuária. Feito o levantamento, os dados são encaminhados para o DHN, da Marinha, para que sejam analisados tecnicamente. Após aprovadas as profundidades, a Capitania dos Portos de São Paulo sugere um calado à autoridade portuária, que faz a homologação.

De acordo com o diretor-presidente da ABTP, Jesualdo Silva a reunião com a diretoria do DHN foi muito positiva. O Vice-Almirante, Antonio Fernando Garcez Faria, afirmou que a DHN está estudando a possibilidade de certificação de terceiros para habilitá-los a executar a primeira verificação da batimetria. Desta forma, o processo seria simplificado, pois muitas análises são devolvidas por erro na formatação.

Na reunião também ficou alinhado que o CAP irá estudar e elaborar normas para que o próprio Conselho possa atuar como certificador. A diretoria da DHN destacou que a demora para homologação, na maioria das vezes, devido a problemas nas documentações enviadas. Esse retrabalho impacta no tempo de solução da homologação.


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